Silêncios

Há silêncios que queimam. Silêncios de olhos perdidos dentro de olhos. Há silêncios que gelam. Silêncios que abrem a pele com lâminas de frieza. Há silêncios que matam. Silêncios terminais e derradeiros. Há silêncios que desconfortam. Silêncios de remexer em cadeiras e fugir a olhares. Há silêncios que se esgotam. Silêncios que se desvanecem emContinue a ler “Silêncios”

Do Amor em Tempos Digitais

Primeiro foi o cheiro. Nem sequer o aroma de um perfume, ou o odor de um creme da barba. Foi o teu cheiro. O cheiro da tua pele, despida. Encostar o nariz ao teu pescoço e sorver-te em emanações que imediatamente se transformaram em dopamina. Tinha começado a Primavera e decidimos testar no mundo realContinue a ler “Do Amor em Tempos Digitais”