. da recorrência

Revisito-te amiúde. És permanência e inevitabilidade. Há algo de profundamente nosso que nunca nos abandona. Que sabemos sem dizer e que aceitamos com conforto. Temos história. Décadas que não são impunes. Partilhamos alma, razão e ser. Sabemo-nos e descobrimo-nos. Sem esforço e com vontade. Partilhámos camas por onde calhou, calcorreámos cidades de rios e deContinue a ler “. da recorrência”

.da exigência

“Ninguém dá o que tu dás.” Se visitarem o Blue Notes 1.0 há por lá um texto que, discretamente, cospe esta frase para cima da narradora. Continua a ser das poucas entradas que me orgulham à distância de mais de uma década. Não só porque se trata de um diálogo muito bem construído (assumo aContinue a ler “.da exigência”