Circum navegação

Começou com a polpa dos teus dedos no meu pescoço. Logo abaixo da garganta, naquela cova onde batem as emoções. Deixaste-te ficar por aí algum tempo, numa dança entre o indicador e o médio que, sem nunca parar, me ia tomando o pulso. Afundaste os olhos nos meus e ficaste à distância de um sopro,Continue a ler “Circum navegação”