Do Amor em Tempos Digitais

Primeiro foi o cheiro. Nem sequer o aroma de um perfume, ou o odor de um creme da barba. Foi o teu cheiro. O cheiro da tua pele, despida. Encostar o nariz ao teu pescoço e sorver-te em emanações que imediatamente se transformaram em dopamina. Tinha começado a Primavera e decidimos testar no mundo realContinue a ler “Do Amor em Tempos Digitais”

. da empatia

Imagens num ecrã. Eras imagens num ecrã, e nem o teu rosto se via entre elas. Mas as imagens no ecrã eram belíssimas, e as palavras eram as certas. Se os valores por trás dessas palavras fossem reais, estaria tudo lá – parecia tudo ajustado, sentia-se tudo presente. Encontrámo-nos e fomos explorando, trocando palavras, cautelosasContinue a ler “. da empatia”