. da perda

Os mecanismos da perda são curiosos. Revestem-se de desconstrução feita no meio da dor. Obrigam-nos a mergulhar no pântano do sofrimento e a espernear atolados em viscosidade e degradação, o que só nos afunda mais na prisão imobilizante de um certo desespero. Perder implica posse. Vem daí a platitude parva do “mais vale amar eContinue a ler “. da perda”

É só carregar num botão

Só me lembrei quando passei a soleira e senti o silêncio. Parei na entrada, com a porta ainda aberta, a carteira ao ombro e a Uncharted a saltar em automatismo do telemóvel para a coluna esquecida nessa manhã no esvazia bolsos. Ainda por cima Kensington era a tua cena, tinhas sido tu a trazê-los paraContinue a ler “É só carregar num botão”