Silêncios

Há silêncios que queimam. Silêncios de olhos perdidos dentro de olhos. Há silêncios que gelam. Silêncios que abrem a pele com lâminas de frieza. Há silêncios que matam. Silêncios terminais e derradeiros. Há silêncios que desconfortam. Silêncios de remexer em cadeiras e fugir a olhares. Há silêncios que se esgotam. Silêncios que se desvanecem emContinue a ler “Silêncios”