“Fizeste o mapa do firmamento que trago na pele. Desenhaste as constelações com a polpa dos teus dedos e traçaste um horóscopo na abóbada da nossa história.Com riscos suaves criaste signos desconhecidos com que preencheste um novo mapa do mundo. Nada foi igual depois desta cartografia dos amantes.”

Aguda

Ouve-se o mar. As ondas, no seu ir e vir certo como a morte. Mas sente-se também algo mais profundo. Aquele rugido rouco do oceano que parece que nasce nos confins do tempo para nos trazer a memória de tudo o que somos enquanto humanidade. Limitamo-nos a navegar na superfície da sabedoria da água salgada,Continue a ler “Aguda”