Do Amor em Tempos Digitais

Primeiro foi o cheiro. Nem sequer o aroma de um perfume, ou o odor de um creme da barba. Foi o teu cheiro. O cheiro da tua pele, despida. Encostar o nariz ao teu pescoço e sorver-te em emanações que imediatamente se transformaram em dopamina. Tinha começado a Primavera e decidimos testar no mundo realContinue a ler “Do Amor em Tempos Digitais”

Tudo o que não sou

Não sou invejosa, a cobiça há de ser dos únicos pecados mortais que me escapou. Não sou preguiçosa, dou-me à indolência a espaços mas vivo para fazer e concretizar. Não sou criativa, crio por necessidade de quase sobrevivência individual mas em processo lento e ponderado. Não sou boa no improviso, o inesperado faz-me parar aoContinue a ler “Tudo o que não sou”