Ajoujada ao peso do afecto

Acabo de entrar em casa e trago nos braços a vida toda.

Além do de sempre – a carteira, o portátil, a água, os livros, o telemóvel a tocar música – trago envelopes para correio editorial, cartas manuscritas recebidas, conversas acabadas de ter que ainda ressoam entre as orelhas e, pendurado nos dedos indicador e médio da mão direita, um vaso com uma planta oferecida – uma Espada-de-São-Jorge.

Diz que é tóxica e protetora. Acho que lhe vou chamar M.

Publicado por M.

Uma mulher. Um corpo, uma mente, um coração, uma alma. Dura, carinhosa. Desconfiada, crente. Chorosa, sorridente. Uma mulher, todos os mundos.

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